Esta é uma história real, que aconteceu a mais ou menos um ano atrás nesta mesma data !
Era uma noite fria, a lua no céu escondida por nuvens anunciava uma chuva forte que viria em meio a uma primavera nordestina que não se define. A minha família saiu de casa e tinha ido a igreja, pois como religiosos que são estavam sempre presentes em missas em dias de semana e as vezes no fim de semana também.
Sozinho em casa , liguei o computador, botei um filme para rolar e comecei a curtir uma friozinho gostoso e uma fome bateu. Pequei o telefone e pedi uma pizza , que finalmente ficaria só para mim... 8 pedaços de delicias ,da qual ainda iria escolher, só minhas , só para mim e mais ninguém. Segurando o telefone fiz o pedido e antes que o colocasse no gancho eu ouvi no fundo da cozinha uma pancada na porta dos fundos.
De inicio eu não tive medo, pois achei que se tratava do meu cachorro e caminhei até lá para ver se havia esquecido ele no quintal. No meio da passagem até o fim da casa percebi pingos no chão e ao olhar direitinho era sangue, sangue fresco e recente.
Outra pancada fez eu perceber que a porta estava aberta e o vento a abriu com um barulho assustador. Corri de volta para o meu quarto e não quis mais nem saber do cachorro, pulei na cama e tentei me cobrir com o lençol, foi então que senti algo úmido e quente... era SANGUE! entrei em pânico e comecei a procurar de quem viria todo aquele sangue que manchou meu lençol inteiro. O filme já não rolava pois a internet tinha caido, tentei ligar para alguém me ajudar e nem o celular nem o fixo pegavam. Corri para fora e a porta trancada; com as mãos tremulas tentei por a chave na fechadura e esta veio a cair em meus pés fazendo com que percebesse que todo o sangue era meu.
Minhas pernas estavam muito machucadas e sangravam em vários pontos.
Olhei para a cozinha e vi algo se aproximar , aquilo em alta velocidade fazia um barulho horrível e muito incomodo, em minha direção vinha com toda força e parecia que o ataque a mim seria inevitável. Fechei meus olhos e uma fúria incontrolável misturou-se ao desejo de sobreviver que dentro de mim habitava e parti para o ataque, se algo desse errado era melhor morrer tentando a minha defesa.
Com as mãos nuas e nem uma arma, ataquei aquele mostro que revidou mas para minha surpresa venci!
E minha família chegou em seguida me vendo ali deitado na sala ao lado do cadáver daqela MURIÇOCA
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